Assisti hoje esse filme...Fico pensando o quanto de gente vive essa realidade cruel.
Pessoas que tem atitudes animalescas diariamente. Não refletem o pq sente, quando sente, o que é certo fazer diante de um sentimento, simplesmente vivem com a emoção primária atrás dos olhos.
Não tem diferença entre o certo e o errado pq não param para pensar em nada.
Vejo caracteristicas que lhes são comuns, como:
Vivem no ócio, casas sujas e escuras, não cuidam da saúde, pelo contrário comem toda porcaria do mundo, fumam, bebem, se drogam,quando não são proíbidas são receitadas por médicos,adoram sofrer, fazer os outros sofrerem.
No filme a mãe que deveria proteger, culpa a filha e o absurdo que tudo começa quando a menina tem apenas 3 anos. O pai é um doente, a mãe se mostra também doente e que salvação pode ter uma menina sozinha no mundo? Muita proteção para não repertir erros.
De quem é a culpa, alguns adoram tirar o pesso dessa palavra...Vamos substituí-la por responsabilidade. De que então é a responsabilidade? Ser doente é muito cômodo, alguns não procuram a cura e nem aceita quando lhe bate a porta.
O incômodo, o sofrimento, mostram que algo não está bem, então é procurar a cura para tudo isso, mas é bem trabalhoso e aí é que mora o comodismo...E todos tentam achar o pq, uns culpam Deus, outros os pais, outros o destino, outros o governo, outros os filhos e por aí vão sem fazer o que realmente tem que fazer.
Mas voltando ao filme, acho que ela deu chance de buscar a cura, pelo menos enquanto estiver viva e assim dando a chance de um mundo mais digno para os filhos. Um belo filme!
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ResponderExcluirLindo comentário como sempre. Acho que temos uma forte crítica social e uma triste expiação num filme dífícil de assistir, mais imprescindível de se ver.
ResponderExcluirContenue nos drindando com posts ricos em inteligência e beleza. Parabéns
Beijos do seu Fã número UM
Muito bom esse filme.
ResponderExcluirFora todas as atrocidades que você citou, me chamou atenção a necessidade que a Precious tinha de idealizar na tentativa de fugir da dura realidade em que vivia... se vendo inclusive como loira, uma vez que o racismo já estava arraigado até nela!
Ótimas atuações! Bom post!
Beijo do primo,
Jhon.